Estive pensando...
Horas afinco meditando...
Perguntando...
Questionado...
Paradigmas de nossa existência.!
Males da vida!
Tantas perguntas... Tão imprecisas respostas!
Poucos com tanto.
Tantos com nada.
Será a existência um sinônimo,
Pra guerra.
A paz realmente foi criada,
Ou será outra miragem.
A que distancia encontro Deus,
De nos.
Se esta tão perto,
Porque não alcanço.
E se alcançar,
O que devo fazer.
Senhor vem nos salvar.
Então Ele dirá:
Já vos salvei.
E mais uma vez,
Nada.
Nado e moro no mar!
Se nem a praia chegar.
Por que no fundo,
Não era isso que queria,
Ouvir dizer.
Quando realmente estaremos sós.
De verdade... Só.
Sem você... Desagradável companheira.
Solidão... Minha cúmplice.
Em que mundo a fome acabara.
E os pobres, ate quando teimarão em nascer.
Por que não existe um mundo,
Só para pobres... Só para ricos.
Diga que não é boa,
Esta solução,
E que não existe pra ela perrogacao?
Se tudo é dor,
Porque então não aprendemos conviver,
Com ela.
Viver é escola,
Ou castigo.
Se paz só na lápide,
Por a luta pela vida.
O mais importante de tudo,
É o amor.
No mais contrario de tudo,
Esta esse mesmo amor.
É a vida no caminho da morte.
É a morte no encalço da vida.
É a luz nas horas de trevas.
É as trevas dentro da luz.
É o elo que não se quebra.
É a oposição, quando a justiça reina.
Será o amor de Vênus,
E a justiça de marte.
Porque ate agora elas se pegam.
Se batem... Nada decidem.
Nada resolve (...)
Dormem juntas,
Na mesma cama.
Mas se cobre em edredons separados!
Os cientistas estarão certos.
Quando dizem:
Não há paz.
Não há silencio.
A vida é explosiva.
Como a explosão que nos sentenciou.
O corpo tende ao repouso,
Ao movimento continuo,
Até que outra coisa se ponha no caminho,
E silencie a todos.
Quando ver e morrer,
Os últimos buracos negros.
Carregando consigo penúltimos segredos.
Qual a verdadeira cor dos nossos céus.
Nada disso ainda entendo.
Muito pouco respondo.
Mas uma coisa sei...
Foi ela quem me disse:
Eu sei o que você é.
De verdade.
No claro ou escuro,
Estas longe de ser,
Esse anjo de luz,
Essa face de querubim,
Esse jeito de homem,
Esse coração de demônio.
Eu sou a letra,
Da caneta que sangra.
Da lagrima que corre.
Sou o registro da vida.
A crônica da historia.
Que te pinta como bela (...).
Fera... Vida, você é nome dela.
Rascunho miserável dos esquecidos,
Nela (...)
Eu sou a arte.
O som infernal.
Do filho que chora.
Da mãe que desespera.
Nos olhos do pai que implora.
Um prato... Comida.
Sua alma partida.
Na miserável lembrança...
Família... ou que lhe resta.
Que o rico ignora.
E a vida injustiça.
Eu... sou a arte.
A bela de tudo.
A perfeição da morte.
A feiúra da vida.
Eu... sou a arte.
Que te acode.
A historia que aminesia não esquece.
Que poe em êxtases de sonhos.
No mundo perfeito.
Onde o perfeito é escondido.
Que te leva ao céu,
E de lá de lança no inferno.
Eu sou a arte.
Até que o perfeito aponte,
No céu.
E de mim se esqueça.
E no calabouço me encerre.
Um gloria a nossa arte!
Horas afinco meditando...
Perguntando...
Questionado...
Paradigmas de nossa existência.!
Males da vida!
Tantas perguntas... Tão imprecisas respostas!
Poucos com tanto.
Tantos com nada.
Será a existência um sinônimo,
Pra guerra.
A paz realmente foi criada,
Ou será outra miragem.
A que distancia encontro Deus,
De nos.
Se esta tão perto,
Porque não alcanço.
E se alcançar,
O que devo fazer.
Senhor vem nos salvar.
Então Ele dirá:
Já vos salvei.
E mais uma vez,
Nada.
Nado e moro no mar!
Se nem a praia chegar.
Por que no fundo,
Não era isso que queria,
Ouvir dizer.
Quando realmente estaremos sós.
De verdade... Só.
Sem você... Desagradável companheira.
Solidão... Minha cúmplice.
Em que mundo a fome acabara.
E os pobres, ate quando teimarão em nascer.
Por que não existe um mundo,
Só para pobres... Só para ricos.
Diga que não é boa,
Esta solução,
E que não existe pra ela perrogacao?
Se tudo é dor,
Porque então não aprendemos conviver,
Com ela.
Viver é escola,
Ou castigo.
Se paz só na lápide,
Por a luta pela vida.
O mais importante de tudo,
É o amor.
No mais contrario de tudo,
Esta esse mesmo amor.
É a vida no caminho da morte.
É a morte no encalço da vida.
É a luz nas horas de trevas.
É as trevas dentro da luz.
É o elo que não se quebra.
É a oposição, quando a justiça reina.
Será o amor de Vênus,
E a justiça de marte.
Porque ate agora elas se pegam.
Se batem... Nada decidem.
Nada resolve (...)
Dormem juntas,
Na mesma cama.
Mas se cobre em edredons separados!
Os cientistas estarão certos.
Quando dizem:
Não há paz.
Não há silencio.
A vida é explosiva.
Como a explosão que nos sentenciou.
O corpo tende ao repouso,
Ao movimento continuo,
Até que outra coisa se ponha no caminho,
E silencie a todos.
Quando ver e morrer,
Os últimos buracos negros.
Carregando consigo penúltimos segredos.
Qual a verdadeira cor dos nossos céus.
Nada disso ainda entendo.
Muito pouco respondo.
Mas uma coisa sei...
Foi ela quem me disse:
Eu sei o que você é.
De verdade.
No claro ou escuro,
Estas longe de ser,
Esse anjo de luz,
Essa face de querubim,
Esse jeito de homem,
Esse coração de demônio.
Eu sou a letra,
Da caneta que sangra.
Da lagrima que corre.
Sou o registro da vida.
A crônica da historia.
Que te pinta como bela (...).
Fera... Vida, você é nome dela.
Rascunho miserável dos esquecidos,
Nela (...)
Eu sou a arte.
O som infernal.
Do filho que chora.
Da mãe que desespera.
Nos olhos do pai que implora.
Um prato... Comida.
Sua alma partida.
Na miserável lembrança...
Família... ou que lhe resta.
Que o rico ignora.
E a vida injustiça.
Eu... sou a arte.
A bela de tudo.
A perfeição da morte.
A feiúra da vida.
Eu... sou a arte.
Que te acode.
A historia que aminesia não esquece.
Que poe em êxtases de sonhos.
No mundo perfeito.
Onde o perfeito é escondido.
Que te leva ao céu,
E de lá de lança no inferno.
Eu sou a arte.
Até que o perfeito aponte,
No céu.
E de mim se esqueça.
E no calabouço me encerre.
Um gloria a nossa arte!
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